terça-feira, 21 de setembro de 2010

Paixão pelo cinema X livros

Amo cinema e livros e quando a linguagem se mistura aí é que eu amo mais ainda...
1) O Jardineiro Fiel
Autor: John Le Carre

Editora: Best Bolso
Assunto: Literatura Estrangeira / Ficção de Suspense e Ação
Sinopse: O livro conta a história de Justin Quayle, um diplomata inglês e jardineiro amador nas horas vagas.

Justin e sua mulher, Tessa, vivem na África. A esposa do diplomata parece ser o seu oposto. Conhecida como a Princesa Diana dos pobres africanos, Tessa é uma raridade - uma advogada que acredita na justiça.

Durante uma missão misteriosa, a jovem inglesa é assassinada brutalmente perto do Lago Trukuna, no norte do Quênia. Seu companheiro de viagem, um médico que trabalha junto a ONGs internacionais desaparece da cena do crime sem deixar vestígios.

Com isso, Justin parte em uma odisséia pessoal na busca dos responsáveis pelo assassinato e da verdadeira história de sua própria esposa.



O filme
Título Original: The Constant Gardener

Gênero: Drama
Origem/Ano: EUA-UK/2005
Duração: 129 min
Direção: Fernando Meirelles




Fragmentos midiáticos 27 | Educação de casa X tecnologia

Quem disse que ter conhecimento em tecnologia torna alguém mais educado? Vejam esse recorte abaixo.

Steve Jobs pede que estudante de jornalismo o “deixe em paz”


Da Redação Comunique-se
20|09|2010

O CEO da Apple, Steve Jobs, se irritou com o e-mail de uma estudante de jornalismo de Long Island (Nova York). Chelsea Kate Isaacs questionava Jobs por que o Departamento de Relações Públicas da Apple não respondia sua mensagem sobre um artigo para o jornal da faculdade.

Isaacs faria uma matéria sobre o uso de iPads nas universidades, já que sua faculdade tinha a ideia de implantar a tecnologia entre os estudantes e comprar o aparelho para as novas turmas. Sem resposta da assessoria da Apple, depois de várias tentativas, a estudante resolveu enviar um e-mail para Jobs.

“Nossos objetivos não incluem ajudar-lhe a ter uma boa nota. Desculpe”, respondeu o CEO. Inconformada com a resposta, Isaacs explicou que seu objetivo não era conseguir uma nota, mas saber o motivo de o Departamento de Relações Públicas não ter lhe respondido.

Jobs respondeu que a empresa contava com mais de 300 milhões de usuários e que não poderia responder a solicitação, a menos que se tratasse de um problema.

A estudante insistiu, dizendo que era uma cliente e que também tinha um problema: falar com a Apple. Jobs então encerrou a conversa “Por favor nos deixe em paz”.

A estudante disse ter ficado “furiosa”, divulgou a troca de e-mails na internet e afirmou que a postura de Jobs não foi nada “profissional”.

As informações são do gawker.com

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Fragmentos midiáticos 26 | Outra mulher que abala o Palácio do Planalto

Foto: Divulgação
Depois das denúncias de corrupção envolvendo o ex-ministro José Dirceu e o assessor Waldomiro Diniz, a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, abalou as estruturas do quarto andar da Presidência e mexeu no passado não tão longe sobre denúncias de tráfico de influência. Caiu literalmente do 4o andar (16|09|10) e entrou na história como mais uma a fazer parte do chamado grupo de elite de Dirceu e seus parceiros.

Abalos sísmicos à parte o efeito em ondas chega bem próximo a candidata e amiga intima de berçário de Erenice, a petista Dilma Rousseff.


Depois do terremoto vem um monte de estrago...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Fragmentos midiáticos 25 | O twitter não é rede social?

O Twitter não é uma rede social

Pelo menos é o que diz  Kevin Thau, um executivo do Twitter responsável por negócios e desenvolvimento corporativo. A matéria tá na Época no blog Bombando na Web (fantástico esse blog...já coloquei na minha lista de TUDO DE BOM)

Sobre série fragmentos...

Gente,
Continuo a série fragmentos midiáticos. Estou sem tempo para escrever no blog já que vivo atualmente  produzindo textos acadêmicos...
Faz parte da vida de mestranda... (Ufa!)
Vou blogando o que posso por aqui..e dando satisfação a vocês.
bjs e queijo (de ricota...que amo...)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fragmentos midiáticos 24 | "Eu já vou embora...vou?"

Foto: Divulgação

Deputado Eduardo Cardozo deixa Câmara Federal dia 31|12|2010. 
“Eu desisto da Câmara”, disse.

A matéria não é nova mas vale a pena a gente reler. Afinal, em tempos de campanha eleitoral com candidatos a exemplo de Tiririca, perder uma reserva moral dentro da Câmara é extremamente perigosa para nossa democracia. 

Leia a entrevista na IstoÉ

Fragmentos midiáticos 23 | A morte faz demissão

Jornalista australiano é demitido por dizer que morte ajuda a vender jornal

Da Redação
Comunique-se
13|09|2010

"Não há nada melhor que uma morte para aumentar a circulação (de um jornal)", com essa frase o jornalista australiano Matt Nicholls foi demitido do jornal Glenn Innes Examiner, do qual era editor. O jornalista postou o comentário no Facebook. Nicholls se referia à morte do agente Will Crews, que foi assassinado na última quarta-feira (8/9).

O jornalista ainda afirmou que sentia pela família do policial, mas que tiraria todo o proveito possível do caso "para minha empresa e o jornal".

Alan Browne, diretor-executivo da Fairfax Media, empresa que administra o jornal, repudiou o comentário de Nicholls, em comunicado anunciando a demissão do jornalista.

"As ações de Matt Nicholls são totalmente inaceitáveis e lamentamos profundamente qualquer dano causado à família e amigos do agente Bill Crews e à comunidade de Glen Innes", esclareceu Browne.

As informações são do Daily Telegraph.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Fragmentos midiáticos 22 | TV Brasileira: 60 anos no ar

A TV Brasil revive o nascimento da TV brasileira.
Quando: Quarta, 15|09|2010
Hora: 19h30

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Fragmentos midiáticos 21 | Observatório da Imprensa em maio 2010


"Uma sociedade que se organiza para impor a sua vontade aos poderes constituídos está madura e preparada para operar grandes transformações."(sobre o projeto Ficha Limpa)

Alberto Dirnes
Editorial Observatorio da Imprensa | 18.05.2010

Fragmentos midiáticos 20 | "Nunca antes na história desse país..."

© Foto de Ricardo Stuckert. Imagem que compõe a mostra intitulada “Milhões de Lulas”, que exibe 80 imagens do fotógrafo oficial da Presidência da República

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Fragmentos midiáticos 19 | A melhor capa 2010

ANER (Associação Nacional de Editores de Revistas) encerra na quarta-feira (8/9) o concurso Melhor Capa do Ano. As concorrentes são Atrevida, Carta Capital, Casa e Jardim, Cláudia Bebê, Criativa, Elle, Época, Época Negócios, ESPN, Marie Claire, Maxim, Nova Escola, Quem, Rolling Stone, Superinteressante e Veja. Até agora, mais de seis mil leitores votaram na premiação.

A capa escolhida será anunciada durante o 4º Fórum ANER de Revistas que acontece no dia 14 de setembro, no Hotel Hyatt, em São Paulo. Em 2009, a vencedora foi a Revista Época, seguida pela Nova e Maxim.

Para participar, os leitores devem entrar no site http://www.concursocapas.org.br/ e escolher uma das 16 capas.

Fragmentos midiaticos 18 | Globo: reinado começa a cair?

Saiu no R7
06/09/2010

Globo perde a liderança do domingo para a Record pela primeira vez. Em dia histórico, Record derrota a Globo durante todo o dia na cidade-sede da emissora do Jardim Botânico.

Em 45 anos de vida a Globo nunca viveu um domingo como o deste dia 5. A emissora carioca foi derrotada pela Record no Rio de Janeiro em toda a média do dia, das 7h à 0h, de acordo com dados prévios do Ibope. Isso significa que a Record venceu a Globo das 7h até a meia-noite pela primeira vez na história.


Segundo os números do Ibope, nessa faixa horária, nenhuma outra emissora chegou sequer a empatar na liderança com a Globo na história da televisão brasileira.

Veja como ficaram os números da audiência no Rio de Janeiro (dados prévios):



Fragmentos midiáticos 17 | Homem mais pequeno do mundo

O colombiano Edward Nino Hernández, de 24 anos, que mede 70 centímetros, foi reconhecido pelo Guinnes, livro dos recordes, como o homem mais baixo do mundo. Hernández vai aparecer na edição 2011 do livro.
Foto: William Fernando Martinez/AP

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Fragmentos midiáticos 16 | "Caçando" voto

Fragmentos midiáticos 15 | Qual o futuro do jornalismo?

Luis Nassif diz que parte da imprensa brasileira perdeu a noção do jornalismo

Izabela Vasconcelos
Comunique-se

O jornalista Luis Nassif, apresentador do programa Brasilianas.Org, da TV Brasil, acredita que parte da imprensa nacional perdeu a noção de como se faz jornalismo. Para ele, as regras da profissão passam longe de muitos veículos. “O problema dos jornais brasileiros é que eles perderam a noção de jornalismo. Quando você pega Folha, Veja e O Globo, você não tem jornalismo. O que mais segue as regras do jornalismo é o Estadão, apesar de dar umas escorregadas”, declarou Nassif.

O jornalista foi o convidado do Papo na Redação, nesta terça-feira (31/08). Mais de 60 internautas participaram do chat, mediado por Rodrigo Azevedo, presidente do Comunique-se.

Fim dos impressos

Nassif respondeu outras questões polêmicas, como a do fim do jornal. Para ele, o fim dos jornais impressos é certo. “Vai acabar. A questão é quando?”, disse. O jornalista também acredita que os livros convencionais sumirão das estantes. “Não tem como concorrer”, afirmou ao se referir aos leitores digitais, como o iPad.

Confiança no online

O jornalista também disse que os jornais atuais não estão preparados para a interatividade que existe na internet. “Para trabalhar nessa era digital, eles têm que aceitar as críticas dos leitores, mas eles não conseguem. É o ego”. Por isso, Nassif aposta no sucesso dos meios online. “Eu acredito muito nos jornais que vão nascer agora, nos online, do que nos outros, porque a imprensa não está preparada para as mudanças”.

De acordo com o jornalista, os blogs ganham cada vez mais credibilidade. “As pessoas lêem as notícias e vão nos blogs para ver se é verdade. Confirmam com seus blogueiros de referência”, explicou.

Para Nassif, os blogs são promissores. “Um dia alguns blogs vão virar jornais online. Hoje você tem blogs que têm o mesmo peso que os jornais. Existe um público órfão dos jornais”, disse.

Novidades da web

Para o jornalista, com o avanço da internet, até mesmo as assessorias de imprensa vão mudar seus modelos de negócios. “O release como eu recebo hoje vai acabar, não que os assessores não vão ter mais trabalho. Os jornalistas vão pegar as informações na sala de imprensa da empresa. As empresas vão ser produtoras da suas notícias, criando suas agências de notícias”, defende.

Campanhas digitais

Questionado sobre as campanhas eleitorais na internet, Nassif criticou o trabalho de campanha do candidato à Presidência da República José Serra (PSDB). Segundo o jornalista, Serra “tem várias personalidades”, uma postura agressiva com a imprensa, outra “paz e amor” no Twitter.

Outro ponto criticado por Nassif foi o ataque da campanha de Serra aos blogueiros. “A campanha do Serra tentou acabar com a reputação de alguns blogueiros. A campanha dele na internet foi um desastre absoluto”, disse.

Processos

Nassif falou do processo no qual foi condenado a pagar R$ 50 mil ao diretor da revista Veja, Eurípides Alcântara, por relacionar seu nome ao do banqueiro Daniel Dantas. Antes desse processo, Nassif já havia sido condenado a indenizar o redator-chefe da revista, Mario Sabino, em 100 salários mínimos. O jornalista também foi processado pelo colunista Diogo Mainardi e, depois de citado no artigo “Nassif, o banana” entrou com uma ação pelo direito de resposta na revista. “Pra eles não representa nada. Pra mim, mesmo que ganhe qualquer ação, eu perco, porque tive um alto custo com advogados”, contou.

Fragmentos midiáticos 14 | Ainda sobre a morte do JB impresso

Último dia da versão impressa do JB é marcado por protesto

Da Redação

A tarde desta terça-feira (31/08) foi marcada por protesto contra o fim da edição impressa do Jornal do Brasil. O movimento reuniu cerca de 200 jornalistas, incluindo ex-funcionários do jornal. O veículo adotou a versão 100% digital do jornal, que será lançado nesta quarta-feira.

Com um passivo de R$ 800 milhões, em dívidas trabalhistas e fiscais, a direção do veículo optou por manter apenas a edição online. A empresa de Nelson Tanure, dona do Jornal do Brasil, alega que o modelo de negócio do papel era insustentável econômica e ecologicamente.

Nos anos 60, o jornal alcançou a marca de 230 mil exemplares vendidos aos domingos, já nos últimos meses, a média era de 30 mil exemplares.

Muitos jornalistas que não concordaram com as mudanças se demitiram do veículo. De acordo com o diretor do JB, Humberto Tanure, houve poucas demissões pela empresa e o número de profissionais na Redação, entre jornalistas, fotógrafos e diagramadores chega a perto de 100 pessoas. No entanto, repórteres que preferiram não se identificar, dizem que esse número é bem menor, cerca de 60 funcionários.

Fonte: Comunique-se

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Fragmentos midiáticos 13-A | Quem sabe faz com cara-de-pau...

Fragmentos midiáticos 13 | Candidatos espelhos dos políticos brasileiros


Foto: Divulgação

Com o slogan “Pior que tá não fica”, Francisco Everaldo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca, 45, é  candidato a Deputado Federal (Partido da República) pelo Estado de São Paulo.

Impossível? Nem tanto! Para um pais como o nosso que a reserva moral do Congresso e/ou dos politicos em geral está guardada em algum lugar que nós não conhecemos, qualquer um pode se candidatar e se eleger "representante do povo".

Roteiro do guia eleitoral

No horário eleitoral gratuito, Tiririca questiona o espectador: "O que é que faz um deputado federal?". "Na realidade, eu não sei. Mas vote em mim que eu te conto. Vote no Tiririca, pior do que tá não fica", completa.

Sabe qual é o número dele? 2222

Como bem explica meu filho, rapadura é doce mas não é mole não!!!

Fragmentos midiáticos 12 | "Enterro" do JB sem pompa

JORNAL DO BRASIL (1891-2010) | Observatório da Imprensa

Nota de falecimento

Por Luciano Martins Costa em 31/8/2010

Comentário para o programa radiofônico do OI, 31/8/2010

Circula na terça-feira (31/8) a última edição em papel do Jornal do Brasil, que foi o primeiro diário brasileiro a publicar uma página na internet, em projeto de seu então editor-chefe, Rosental Calmon Alves.

De agora em diante, o JB tenta sobreviver no formato digital, com poucas chances de seguir existindo nos próximos anos. Agonizou nas mãos do empresário Nelson Tanure, o mesmo que tirou o último hálito da Gazeta Mercantil, também extinta no ano passado.

A morte virtual do Jornal do Brasil é tema de duas curtas reportagens na imprensa considerada mais influente. "Jornal do Brasil circula em papel pela última vez", diz o Estado de S.Paulo numa página da edição nacional. "Última edição impressa do JB circula hoje", anuncia a Folha de S.Paulo na sessão "Poder". O Globo, que durante décadas tomou uma sova do agora extinto concorrente, não lhe dedica nem mesmo uma linha na edição de terça-feira (31).

Confira o texto completo aqui.

Fragmentos midiáticos11 | Morte e vida do JB


* 09.04.1891- nasce impresso
+ 31.08.2010 - morre para o impresso
* 01.09.2010 - vive para online 

Fragmentos midiáticos 10 | Jornais sobrevivendo...





Fonte: Associação Nacional de Jornais -ANJ

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Fragmentos midiáticos 9 | "Mensaleiro" pode voltar sem nunca ter ido

'Não acho provável', afirma Dilma sobre Dirceu em eventual governo

Em seguida, ela recuou e disse que não discutirá nomes em campanha.

Ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu é réu em mensalão.
 
G1| 30/08/2010 19h12

Fragmentos midiáticos 8 | Cobertura Caso Serrambi

Cobertura onlline realizada pelo Diario de Pernambuco. Excelente ferramenta na rede. (Site pernambuco.com)

domingo, 29 de agosto de 2010

Fragmentos midiáticos 7 | Efeito Lula


Fonte: G1 | 29.08.10

Fragmentos midiáticos 6 | Lula no Recife

O Nordeste no coração do país

Quando o nordestino for para São Paulo ou Nova York é para passear. Não vai como pedreiro, como se fosse parte inferior. Com frases como essa, o presidente Lula focou a sua visita ao estado(PE).

Diario de PE | 28.08.10

Fragmentos midiáticos 5 | Pesquisa

ANO ELEITORAL, POLÍTICOS EM BAIXA


O instituto alemão GFK revela que os políticos estão em último lugar, numa lista com 20 profissões, em pesquisa em 19 países. No Brasil, o Índice de Confiança na Justiça aponta que entre 10 instituições, as menos confiáveis são Congresso e partidos.

» Descrença

No livro O que pensa o eleitor pernambucano, coordenado por Adriano Oliveira, a constatação: 22,4% dos pesquisados não confiam em nenhuma instituição.

» Necessitados

No mesmo livro, Adriano Oliveira destaca que, no Estado, não é nada aconselhável político falar mal do Bolsa Família: 71% dos eleitores querem a continuação do programa.

Coluna JC Repórter | Jornal do Commercio | 31.07.10

Fragmentos midiáticos 4 | O povo fala

Da leitora Maria Clara Albuquerque, do Recife: “Se a onda a favor de Dilma Rousseff virou um tsunami, salve-se quem puder?”, questiona.

Coluna JC Repórter | Jornal do Commercio | 29.08.10

Censo 3

Fragmentos midiáticos 3 | charges Censo 2

Fragmentos midiáticos 2 | charges Censo


Fragmentos midiáticos 2 - imagem


O que não se faz para ganhar uma eleição!! Foto "pescada" do site IstoÉ,  edição 2129 de 01/09/2010,  referente a matéria " Horário eleitoral ambulante".

Série Fragmentos Midiáticos 1

Dia 29/08/2010

A partir de hoje o blog retoma suas atividades (espero!!). Afinal, com tantas coisas que estou fazendo (mestrado, ensino na universidade, marido, filhos e cachorro...ainda malho todos os dias... ) não dá pra alimentar um blog diariamente.

Ainda tem a questão que meu mestrado é em outro estado e fico indo/voltando toda semana... To mais conhecida no aeroporto de Petrolina/Recife e rodoviária de João Pessoa do que os retirantes que moram nesses espaços (com todo respeito, claro!).

Como estou sem tempo suficiente para análise e produção de conteúdo, começo a partir de hoje, 28/08/2010, uma série sobre FRAGMENTOS MIDIÁTICOS. A proposta é trazer notas, infográficos, fotos, áudio, charges e tudo que esteja “nadando” na web e/ou redes sociais que tenham viés jornalístico.

Os fragmentos não se encerram em si, mas nos proporcionam um modo de pensar a comunicação no “seu fazer”...

A idéia é provocar o debate e deixar registrado esses “pedaços comunicacionais” que se relacionam com o jornalismo diário e dialogam com o leitor / internauta / telespectador / ouvinte de maneira que o mesmo se torne parte do processo.

Espero que vocês gostem e mandem ‘fragmentos’ para o blog.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Retornando com novo olhar

Então... to começando a voltar... se é que posso dizer assim.
O blog tá passando por uma reviravolta, mudanças, novas temáticas..
Do acadêmico ao singular passando pela personificação da autora.

Aguardem outros posts.
Saudade de todos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dica

Gente,
Leiam esse blog Café História. Fantástico...
Um passeio pela história de ontem e de hoje ...muito bom..

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ausência de post

Meus caros colegas blogautas. Estou hiper, mega, ocupada e totalmente sem tempo para postar no blog.
Isso porque não é apenas escrever. É preciso pensar em conteúdo, tratar a informação, dar um caráter critico, reflexivo.. isso demanda tempo...

Prometo (palavra de Teresa e não de político) voltar logo, logo...
Obrigada pelo apoio e compreensão.
Bjs em todos.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Desabafo de uma recifense

Meus alunos e amigos sabem o quanto acho à cidade do Recife linda, sobretudo, a orla que digo sempre ser a mais bela do Nordeste.

Beleza à parte, não posso deixar de reconhecer que faltam muito para se ver o Recife mais limpo e sua arquitetura colonial preservada. Ajuntando a isso vêm os índices de violência com espetáculos de “arrastões” em avenidas consideradas importantíssimas.

Canais a céu aberto, lixo entre o meio fio e o medo de ser assaltado em qualquer esquina de qualquer lugar fazem parte da rotina dessa cidade que vende uma imagem de Carnaval exorbitante e turismo sexual a noite em boa parte da orla (pra não dizer o dia todo).

Nasci aqui e posso dizer de carteirinha, até porque amo esta cidade, que pouco se evoluiu em termos de desenvolvimento urbano. Daí uma reflexão básica: cidades menores, como Petrolina não tem toda tecnologia de exportação nem essas praias lindas de águas mornas e piscinas naturais, no entanto, podemos andar mais tranqüilos pelos parques e orla, o índice de violência é bem menor e as pessoas param o carro na faixa de pedestre e deixam o transeunte passar.

Às vezes a tranqüilidade de cidades menores, meio interiorana como costumam chamar, tem uma qualidade de vida bem superior a grandes metrópoles.

Recife, ainda amo você. Mas estou dividindo este amor com outros espaços bem mais aconchegantes.

Retrato quase da vida







terça-feira, 18 de agosto de 2009

Globo X Record: quem ganha com isso? Parte 1

Impossível não falar sobre a guerra das TVs, ou melhor, dos maiores grupos de comunicação do país, Globo X Record, apresentada em rede nacional (e internacional) na ultima semana (e ainda em percurso) para que todos possam acompanhar e fazer apostas nos possíveis vencedores dessa disputa.

Pelo registro em memória, nunca antes na história comunicacional brasileira se viu tantos bombardeios em nível de imprensa, em especial, o telejornalismo de dois grupos, como estão sendo protagonizados pelas emissoras em destaque.

Longe de querer defender ou acusar quem quer que esteja por traz dessa lavagem de roupa suja, alguns pontos precisam ser esclarecidos.

1º) Por que a Globo trouxe à baila (forçando a barra junto ao Ministério Publico de São Paulo) o caso do Bispo Edir Macedo, leia-se, Igreja Universal do Reino de Deus, que é um fato já transitado e divulgado com ampla cobertura midiática?
2º) O que de fato precisa ser esclarecido pela Igreja Universal, sua relação direta com a concessão publica de canal de televisão, a Rede Record, e o uso indevido do dinheiro dos féis da igreja?

A título de esclarecimento, de fato, a igreja sobrevive e deve ser sustentada pelos seus participantes diretos, neste caso, os membros que congregam na denominação. Isso é lícito e está descrito em várias partes da Bíblia Sagrada, a exemplo do livro de Malaquias 3: 8 a 10.O ato existe para que não haja dependência ou melhor, ligação financeira da igreja com o Estado.

Ressalto um ponto fundamental nessa análise é que este provimento deverá ser utilizado unicamente na manutenção do templo, espaço de congregação, obras sociais, que envolvem inclusive o evangelismo (sustentação de obreiros em diversas localidades para pregação do evangelho); bem como sustentação de pastores e os chamados ministros de música e educadores cristãos, para que eles possam trabalhar exclusivamente na obra.

Os demais encargos referentes a manutenção das obras e dos templos como luz, água, limpeza, equipamentos e outros também são pagos pela própria igreja a partir dos proventos recebidos.

Qualquer que seja a razão pela qual o dinheiro dos membros não tenha sido aplicado nessas atividades se caracteriza desvio de conduta e sobretudo ausência de compromisso com a pregação da Palavra de Deus. Ponto.

(segue parte 2)

Globo X Record: quem ganha com isso? Parte 2

Dito isto e crendo que está bem explicado vamos a segunda parte dessa análise que diz respeito ao papel das duas redes na guerra pela audiência. O sujo fala do mal lavado. Isso está bem exposto.

A Globo não tem moral para falar das negociações da Record. Não é que ela não esteja correta em relação aos fatos ocorridos, mas é que o seu passado e ainda o seu presente está construído em cima de falcatruas, apoio a ditadura (e portanto, desapoio a democracia) e monopólio comunicacional.

Todas essas questões já apresentadas em filmes ou documentário como o produzido pelo canal 4 da BBC de Londres, “Muito Além do Cidadão Kane” (de Simon Hartog. Ano 1993), sempre foram veiculadas apenas em centros acadêmicos e sindicatos profissionais e nunca foram esclarecidas e assumidas pela rede. Muito pelo contrário. A empresa, em muitos momentos, sobretudo em campanhas políticas explicitamente construídas e consolidadas nos bastidores da emissora, se vinculou ao sistema econômico governamental para obter benesses.

Hoje, essas temáticas também voltam do passado para fazer parte da cena do crime.

Longe de achar o caminho da Record (infelizmente quase que semelhante a Globo) melhor ou “menos pior”, fica claro que a guerra está sendo construída para que o monopólio comunicacional esteja nas mãos de um ou de outro. E desde quando o monopólio de comunicação se caracteriza como exercício da democracia?

Provocações à parte, não se pode esquecer que ao longo da história a nossa imprensa teve muitos momentos de altos e baixos em relação ao sistema político. Ora a imprensa apoiava governos ditatoriais e se beneficiava com os mesmos, ora tomava posição pró-sociedade.

É bem verdade que o nosso processo de redemocratização é novo e que este precisa de um longo tempo de maturação para se consolidar. Ainda assim, não é perdendo um monopólio de uma Globo e passando a comunicação para domínio de outro grupo que estaremos consolidando esse tipo de sistema.

Muito pelo contrário, estaremos ratificando que a nossa mídia não tem palanque social, não está comprometida com a sociedade e muito menos com uma contribuição transformadora que só mesmo uma imprensa livre pode fazer.

O que estamos assistindo, nem de longe, é um exercício de democracia.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Poesia pra ser feliz

Preciso para

Marina Colasanti

Preciso que um barco atravesse o mar
lá longe
para sair dessa cadeira
para esquecer esse computador
e ter olhos de sal
boca de peixe
e o vento frio batendo nas escamas.
Preciso que uma proa atravesse a carnecá dentro
para andar sobre as águas
deitar nas ilhas e
olhar de longe esse prédio
essa sala
essa mulher sentada diante do computador
que bebe a branca luz eletrônica
e pensa no mar.